terça-feira, 26 de maio de 2009

IMPLICAÇÕES SOBRE ORDENAÇÃO FEMININA


Em um determinado tempo, no AT, o chefe de família, além de sacerdote, tinha direitos sobre a vida de seus familiares (o episódio de Judá e Tamar que o digam, ou no caso dos pais que tinham filhos rebeldes). Em um determinado tempo, no AT, o poder sobre a vida de alguém estava com os líderes mais velhos da comunidade. Houve um outro tempo, no AT, em que o rei detinha o poder sobre a vida de seus "cidadãos" (Davi acerca de Absalão, Uzias... Salomão com os "inimigos de Davi, seu pai", Acabe, que acabou com a herança de um homem para "herdá-la". O que se vê em tudo isso? Eu vejo uma re-leitura da teologia tanatológica! Ou seja, tempos e lugares diferentes, atitudes e legislações diferentes. Então, não vali: "Aquilo, logo, isto", ou seja, só vale hoje o que valeu lá. Portanto, digo eu, se eles não ordenaram mulheres, e onde na bíblia se fala de ordenação masculina ou feminina? É proibido que se faça o que eles não fizeram. Então que a forma de se matar ou o direito sobre a vida de alguém que volte ao tempo pré-mosaico!

Graça e paz!

Pastora Rosangla Colares

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

AFINAL DE CONTAS, POR QUE NÃO PASTORAS?


Nesse período havia um descaso e banalização do sacerdócio (exemplificado por Mica, Juízes 17-18, tão grande que praticamente não dava para conceber a idéia da existência de uma pessoa que falasse e oficiasse em nome de Deus e fosse conhecida como sacerdote. Ser sacerdote era sinônimo de estar com o "filme queimado", de pessoa sem palavra e sem caráter. Para falar de Débora, o escritor precisava usar uma terminologia que, ao mesmo tempo, fosse conhecida e não provocasse uma distorção da imagem que queria retratar. Daí as palavras juíza e profeta, Juízes.
O texto porém conta a vida de Débora que, conquanto tenha sido qualificada como juíza e profeta, realmente agiu como "pastora". Senão vejamos: diante de um povo em sofrimento por causa da opressão externa, Juízes 4.3, ela certamente, falando em nome do Senhor como profetisa (a profecia é uma característica fundamental na vida de um pastor) teve também a sensibilidade e o discernimento para ouvir a voz do Senhor e a sua convocação para reviravolta, Juízes 4.6; como alguém que conhecia o seu rebanho, sabia exatamente quem convocar para liderar o povo nessa empreitada, Juízes 4.6; como líder, e cheia de fé no cumprimento da Palavra divina, soube encorajar Baraque para que assumisse tal tarefa, Juízes 4.6,7.; como exemplo que era e diante da insegurança do mesmo Baraque, acompanhou a expedição, Juízes 4.9; na integridade que possuía, "abriu o jogo" e sinceramente revelou de antemão para Baraque que a glória da vitória não caberia a ele, em decorrência da sua insegurança e incredulidade, Juízes 4.9; na sua humildade elevou um cântico ao Senhor pela vitória conquistada, Juízes 5.1-4,13; na sua sabedoria, conduziu o povo que por quarenta anos esteve em sossego e em paz, Juízes 5.32; no referencial de vida e fé que era, contaminou Israel de uma forma que só após esse período é que o povo voltou a pecar contra o Senhor, Juízes 6.1.
Quem não sonha com um pastor que transmita a mensagem de Deus, caráter profético, que tenha uma palavra de alento oriunda do Alto para o seu coração sofrido por esse sistema desumanizante nos quais estamos inseridos? Quem não quer um pastor sensível à voz do Senhor com discernimento, qualidade ímpar de um juiz, para ministrar à vida das pessoas e da igreja com visão do micro e do macrocosmo? O que não pensar do pastor que, além de tudo, seja humilde, dependente do Pai, líder capaz (não só para conduzir, mas também para incentivar), sincero e com uma integridade que inspire a todas as suas ovelhas? E se esse "sonho de pastor", com todas essas qualidades fosse do sexo feminino? Por que não a acolheríamos como pastora?
E o que não dizer de Débora? Será que nós aceitaríamos hoje como profetisa e juíza, isto é, como pastora? Será que teríamos coragem de perder uma pessoa com esse potencial em nome de um paradigma que não acredita na existência de pastores (as) desse nível? Para aqueles que ainda teimam em alimentar esses sonhos inversos, o Livro de Juízes revela uma "pastora" que, com todas as falhas que deveria possuir enquanto pessoa, nos legou um exemplo de vida, ministério e condução do rebanho num momento complicado da história de Israel. Penso que exemplos como o de Débora estão contidos na Bíblia para nos mostrar que, sendo as diferenças e os preconceitos do homem criações do pecado, e não de Deus, Gênesis 1.27; Mateus 19.8, faz-se necessária uma criteriosa reavaliação de alguns conceitos, como a questão do critério "sexo" para o exercício do ministério pastoral. Precisamos de uma vez por todas entender que o ministério na ótica do Senhor está calcado em valores sublimes, em uma conduta ética aprovada. De fato, não daria para entender a grandiosidade de um Deus, assim qualificado na Sua Palavra, que vinculasse o ministério pastoral à sexualidade de seus filhos.

AFINAL DE CONTAS, POR QUE NÃO PASTORAS?


Fonte: Sérgio Ricardo Gonçalves Dusilek - Bacharel em Teologia e Mestrado em Filosofia

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

A Força Escondida de Ester!



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A Força Escondida de Ester!

Ester era uma órfã solitária que desenvolveu dentro de si as qualidades incomuns de penetrar através das superfícies e comover todos os corações . O feriado de Purim representa o melhor de todos os tempos. Porém, surgiu do pior de todos os tempos. O Povo Judeu nunca esteve mais próximos da destruição, tanto espiritualmente como fisicamente. O hedonismo predominante da cultura Persa era parte do ar que respiravam. Entorpecia nossos sentidos a ponto do povo ver o Rei Assuero aparecer com as roupas do Sumo Sacerdote de Jerusalém, mostrando o tesouro que tinha roubado do Templo Sagrado, com a imparcialidade de um curador de museu, e não haver nenhum protesto. Mas, chegaram a ponto de dizer, "Que bonito e fascinante”, quando uma vez disseram, "Se eu me esquecer de você, O Jerusalém, esquecerei minha mão direita”. Perderam a sensibilidade em relação a si mesmos, e em relação a Deus. Deus é o personagem escondido do Livro de Ester. Seu nome não é mencionado. Como os eventos ocorriam em tempo real, poucos podiam ver Sua presença escondida . Uma das pessoas que via era Ester. De alguma maneira ela escapou desta falta de sensibilidade.
Da solidão para a força.
Vamos nos espelhar em Ester a fim de descobrir um lugar dentro de nós que possa nos ajudar a ver, assim como ela, além da fachada exterior do que chamamos de "realidade”. Seu pai morreu quando sua mãe ainda estava grávida dela; sua mãe morreu ao dar a luz. Portanto, Ester veio ao mundo com a ferida aberta de não pertencer a ninguém. Seu tio Mordechai, que mais tarde se tornou seu orientador e assumiu a responsabilidade de cuidar dela. Tudo isso me faz ver que; as circunstâncias de seu nascimento não foram nenhuma coincidência. A alienação e a solidão são ferramentas como todas outras que nos capacitam a nos tornar quem somos. Era daquele lugar vazio que a profunda conexão de Ester com Deus se desenvolveu. “A raiz da palavra hebréia ester é saiter, que significa "encobrimento". (Rebbetzin Tzipporah Heller) Seu nome se encaixa com sua essência, a habilidade de perfurar as paredes de encobrimento e encontrar Deus onde outras pessoas não encontravam. Freqüentemente somos enganados pela natureza opaca de nossas interações com Deus. Ele aparentemente não reage quando saímos do caminho. Não somos atacados por um raio quando fazemos escolhas erradas. Da mesma forma como não ficamos de repente ricos ou necessariamente em melhor condição física quando abrimos nossos olhos para o que há de profundo e eterno dentro de nós.



O perverso prospera e o justo existe com as mesmas limitações que todo o mundo tem. É como parece, claro, se não nos comprometermos a penetrar na superfície. Ester foi uma mestra em quebrar as paredes que nos cercam. Essa era a arma que usava para ensinar a si mesma em seus anos de solidão e anseio. Ester aprendeu a ver Deus aonde quer que olhasse. Ela O viu como seu único pai e deixou que Ele a guiasse. Todos nós temos nossos lugares vazios. Ao invés de permitir que eles nos levem à amargura, vamos usá-los como uma escada. ”Ester teve um nome adicional: Hadassá. A palavra hebréia hadassá significa "murta", e é uma das quatro espécies que usamos em Sucot. O etrog (cidra), simboliza e tem forma de coração, o lulav (folha de palma), a espinha dorsal, a aravá (salgueiro), os lábios, e a hadassá, os olhos. Os olhos de Ester podiam ver a realidade interna tão claramente quanto nossos olhos vêem a realidade a externa.” Seu nome não foi dado aos acaso, e sim representava a última descrição de sua melhor qualidade. Vamos olhar mais de perto a natureza de hadassá para ganharmos uma compreensão clara da natureza íntima de Ester, e em último caso, de nossa própria. As folhas da murta são verdes e uniformes. Se eu fosse nomear uma criança com um nome de planta (o que é altamente improvável), tenderia a chamá-la de Rosa, Lírio, ou na pior das hipóteses, Margarida, muito antes de chamá-la de Murta ou Hadassá. Ester tinha sete criadas, como era de costume da corte. Com a finalidade de lembrar-se de quando era Shabat, ela as nomeava de acordo com os dias de semana. Numa sociedade estratificada como a Pérsia antiga, poderia ter facilmente desumanizado seus criados os chamando de segunda-feira, terça-feira, quarta-feira, etc. Nada poderia ser um insulto maior ao seu valor humano. Mas, ao invés disso, ela as chamava de acordo com a ordem de criação de Deus. Uma era Luz, a outra Transcendência, etc. Em última instância, todos foram convertidos ao Judaísmo, embora esse não era, nem de longe, a intenção de Ester. Tornando-as mais cientes de quem realmente eram, se tornavam mais capazes de olhar em direção ao que queriam ser de verdade. Ela teve êxito em trazê-las a uma consciência genuína de sua essência interna. Verde é uma cor composta de dois componentes primários: azul e amarelo. O azul simboliza o frescor e o amarelo simboliza o calor. Ester era composta de duas forças também: quente como o sol e refrescante como a água. Seu "verdor" era o símbolo espiritual de humildade, receptividade e sensibilidade. Quando pudermos tirar as camadas de tolice que são o que restou hoje em dia do palácio de Assuero, encontraremos em nós mesmos a parte que, assim como Ester, pode perfurar qualquer armadura, até a nossa própria. E então veremos Deus onde nunca acreditaríamos que Ele poderia estar: em nossos corações, no das pessoas, nos acontecimentos do dia-a-dia que formam a tapeçaria de nossas vidas.
Rosangela Colares
Fonte: aishbrasil.com.br

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VOCÊ SABIA?
"… que Haman foi enforcado no terceiro dia de Pêssach? (Purim é o aniversário da celebração da vitória dos judeus após sua guerra contra seus inimigos (11 meses depois) … que o nome hebraico de Ester era Hadassá? ("Ester" é persa) … que Mordechai foi o primeiro homem na história a ser chamado de "judeu"? (Antes disso, os judeus eram chamados de hebreus ou israelitas) … que Assuero ficou quatro anos procurando uma rainha, e durante este tempo ele considerou mais de 1400 concorrentes, antes de escolher Ester? … que Vashti (a primeira rainha de Asssuero) era bisneta de Nabucodonosor, o imperador da Babilônia que destruiu o Primeiro Templo? … que foi Haman quem aconselhou Assuero a matar Vashti? … que há uma opinião no Talmud dizendo que Ester não era bela, e tinha um tom de pele esverdeado? … que Haman certa vez fora escravo de Mordechai? … que Mordechai, que se recusou a inclinar-se perante Haman, era descendente de Binyamin, o único dos filhos de Yaacov que não se curvou perante o ancestral de Haman, Essav? … que o decreto de Haman jamais foi revogado? (Assuero simplesmente emitiu um segundo decreto, dando aos judeus o direito de se defenderem por si mesmos) … Mordechai era um homem bastante velho durante a história de Purim? (Ele já era membro do Sanhedrin, a mais alta corte da Lei da Torá em Jerusalém, 79 anos antes do milagre de Purim!) … que todo judeu no mundo vivia no reino de Assuero, de modo que foram todos incluídos nos decretos de Haman?

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Subindo o Monte Sinai




Escolhi Monte Sinai para ser consagrada a Deus. Primeiro porque foi ordem de Deus. Segundo pela a importância do significado deste Monte Sagrado.

Estamos agora no deserto na península do Sinai, contemplando com reverência o sagrado Monte Sinai.

Este é o local onde há 3.300 anos um povo libertado, recém-saído da escravidão, ficou de pé para ouvir a voz de Deus proclamando os Dez Mandamentos e outorgando a Israel a Sagrada Torá.
É uma montanha estéril e rochosa, como se o solo fosse tão sagrado que nada pudesse se ocultar ou crescer ali. No topo da montanha vemos dois picos, um deles um pouco mais alto que o outro. O mais alto de frente para o leste, é conhecido como Monte Sinai. O outro, virado para oeste, é o Monte Horebe.

Uma pequena fonte jorra do Sinai, e logo abaixo do cume há uma caverna. Segundo uma lenda árabe foi nessa caverna, mencionada na Torá como "Paredão da Rocha", que Moisés se abrigou quando contemplou a Glória de Deus. No Monte Horebe há também uma caverna pequena e estreita, sobre a qual se afirma ser aquela onde o Profeta Elias se escondeu quando a impiedosa Rainha Jezabel perseguiu os Profetas de Deus. Foi ali que Elias passou a noite e Deus apareceu para ele "não no vento, não num terremoto, não num fogo, mas numa pequena voz". Diz-se que o nome "Sinai" é derivado da palavra hebraica S’neh – "moita espinhosa", que cresce em abundância naquele deserto. Foi de uma humilde "sarça ardente" que Deus primeiro Se dirigiu a Moisés, ensinando assim que Deus está entre os de espírito humilde. Na Torá, a montanha é mencionada por vários nomes adicionais, como "Har Elokim" (Montanha de Deus), "Tzin", "Kadesh". Mencionaremos apenas que nossos Sábios conectam a palavra "Sinai" com a palavra "Sineah" (ódio), porque como Israel foi escolhido para receber a Torá e ser "um reino de sacerdotes e uma nação sagrada", Israel tornou-se objeto de ódio por parte do mundo, um ódio que somente desaparecerá quando o mundo inteiro entender a verdade da Torá e aceitar seu espírito.

Alguns eruditos falam muito bem do Monte Sinai. Dizem que o mundo existe somente pelos méritos do Monte Sinai e do Monte Moriá, sobre o qual ocorreu a Akedá (sacrifício de Isaque), e mais tarde o Beit Hamidash (templo de Deus) foi construído. Os estudiosos da Torá dizem que a existência do mundo depende da observância da Torá (recebida no Sinai), baseada no espírito de auto-sacrifício (como foi mostrado no Moriá).

Por que esta montanha despretensiosa foi escolhida para o acontecimento mais notável na história da humanidade – a Outorga da Torá?

Dizem que todas as outras montanhas mais altas e mais belas, como Carmel e Tabor, foram em alguma ocasião usadas para idolatria. Somente o Monte Sinai não tinha sido profanado e, portanto estava apto a servir para esta função sagrada.

Outra explicação interessante é que todas as outras montanhas estavam "orgulhosas" de sua altura, exigindo o direito de serem escolhidas para este grandioso evento, e exatamente por este motivo Deus preferiu o humilde e modesto Sinai. Aqui, mais uma vez, encontramos uma lição, de que a humildade de espírito é o primeiro requisito para a posse da Torá.

Nossos Sábios dizem que a famosa escada com a qual Jacó sonhou quando fugiu de Esaú, e estava colocada sobre a terra com seu topo atingindo o céu, estava suspensa sobre o Monte Sinai. Eles encontraram uma pista sobre isso, pois o equivalente numérico da palavra hebraica "Sullam" é o mesmo da palavra "Sinai".

http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/egito/sinai.php

Abraço Fraterno
Pastora Rosangela Colares

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

SHALOM, SHE ELOHIM TEVARECH OTACH





A Bíblia não é um livro, mas um conjunto de livros, o que significa dizer que ela está repleta de mentalidades, contextos históricos e culturais e teologias. A diversidade da Bíblia revela também as divergências entre vários dos seus textos, o que enriquece ainda mais o seu conteúdo, pois o caminho das divergências não produz só guerras e catástrofes, pode apontar também o caminho do crescimento humano: o que seria da humanidade sem as divergências dos filósofos gregos, por exemplo? O que seria do cristianismo sem as divergências teológicas entre Pedro e Paulo? Infelizmente, as tentativas de se estabelecer uma "teologia bíblica", o que acho impossível, têm servido para esvaziar o que há de mais belo na Bíblia, a sua diversidade, reflexo da parceria entre Deus e o ser humano na construção dos textos sagrados.
Nem a Revelação que se tem de Deus diz tudo dEle.
A mente humana e limitada não sabe tudo sobre Ele e jamais o saberá. Claro que essa uma uma estratégia divina. Imagine se soubéssemos!


Existe na bíblia a relação Deus e ser humano. Vocês acham que Paulo estava exagerando quando disse que somos cooperadores de Deus? (Porque nós somos cooperadores de Deus; (I cor. 3.9))

Se foram seres humanos que escreveram os textos bíblicos, isso é fato, e se foram inspirados por Deus, isso é crença, qual seria o problema de usar o termo, parceria?
Ainda há, dentro do cristianismo, um terrível medo do humano, fruto da influência que o contato de grandes mestres cristãos, sobretudo da idade média, com que o neo-platonismo deixou. Deus mostrou em toda a história que o humano, apesar de suas limitações, é belo, tanto que escolheu se tornar humano. E ao que me consta, Ele não escolheu anjos para escrever os textos que encontramos em nossa Bíblia nem colocou estes textos prontos dentro das pessoas que os escreveram se Paulo diz que devemos ser cooperadores de Deus, é porque entendia que a obra divina entre os homens e mulheres acontece mesmo numa parceria Deus/humanidade.

E necessário de uma vez por todas que reconheça altura e o valor que Deus nos deu. Ele próprio tomou nossa forma, veio até nós, encarnou a humanidade e foi EMANUEL! Precisou de nos, usou nossas mãos, pés, boca, desfrutou de nossa companhia, pediu ela muitas vezes, lhe foi negada por alguns, mas a valorizou dos fieis. Então? Sejamos amigos de Deus e cooperadores sempre!Por que essa neura de escapismo e fuga para um platonismo absurdo que rejeita o valor do humano e se refugia em um sagrado ilusório? O reino de Deus esta dentro de vós! Descubram-no. Pisem no chão, sintam a terra, a vida, vejam as pessoas com o valor real que elas tem, sintam Deus!
Se não tivesse precisado de nós, não nos teria incluído em Seu plano divino. Ele não iria contra a ordem da criação. Anjo é anjo, demônio é demônio, Deus é Deus. Ser de uma natureza distinta que a do humano. A mensagem deveria ser comunicada para ser coerente, ter sentido e essência, na dimensão do humano X humano. Deus não se contradiz.

Quem creria em uma voz 24 horas vinda de algum lugar nenhum? Religião (Cristianismo) e relacionamento e não bla, bla, bla! . Deus e amizade e companheirismo. Ele nos criou para vivermos como seus amigos e não inimigos. Deus precisa de nossa amizade. Ele e relacional. Então por que sentido ele criaria seres: animais inferiores e os homens, se nunca existiram antes? Para ficarem jogados em cima de um pedaço de terra? Ou debaixo das águas? Se valesse para Ele fazer tudo, não deveria então ter criado uma mulher para o homem. Deixava que Adão coabitasse com uma cabra, uma vaca, uma zebra. Existem razão e ordem no universo e Deus não quebra esse principio. Não diminuam, reduzindo a nada o valor antropológico que Deus mesmo deu ao Homem.
Não devemos esquecer o que somos? Sua imagem e semelhança. Isso é pouco?

Pastora Rosangela Colares

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Você tem podado suas plantas?




Recebí da amiga Susanne em: 13 de Janeiro de 2008




Quando eu era criança, vi um dia, um jardineiro cortando os galhos mais tenros de todas as plantas. Fiquei revoltada .Ele sorriu e pediu que tivesse paciência e voltasse em 30 dias.Um mês depois,as plantas estavam ainda mais bonitas.
E ai aprendi o segredo das podas.Elas devem ser feitas nos galhos que dão frutos. Parece um sofrimento cortar justamente esses galhos. E isso faz pensar na maneira como reagimos aos sofrimentos que nos chegam.Em vez de achar que são castigos, por que não encarar os sofrimentos como o agricultor que poda suas árvores, para darem mais frutos ainda?
De vez em qdo, não entendemos nada, ficamos como árvores carregadas de folhagens que, depois da poda, se reduzem a galhos secos. Qdo estiver se sentindo assim, por uma perda, uma doença, um desânimo, uma ingratidão...o melhor, é seguir o exemplo da natureza, que é sábia!Tudo sempre volta a florir e frutificar.
Dê tempo ao tempo.
Ele cura absolutamente tudo!

Abraço Fraterno
Rosangela Colares

quinta-feira, 26 de julho de 2007

INFORMAÇÕES IMPORTANTES



INFORMAÇÕES:
O Mestre de Paulo foi Gamaliel I, era da corrente de Hillel (At 5:34)
Shammai (50 a.C.–30 d.C.) foi um estudioso judeu do primeiro século e uma das figuras mais importantes da Mishná. Fundou uma escola conhecida como Beit Shammai. Geralmente é associado a Hillel, o ancião de quem foi contemporâneo e oponente sobre as interpretações que deveriam ser dadas aos mandamentos da Halachá.Halachá (em hebraico הלכה; também transliterado como Halakhah, Halakha, e Halachah) é o nome do conjunto de leis da religião judaica ,incluindo as leis da Torá e os mandamentos rabínicos posteriores, relacionados aos costumes e tradições, servindo como guia do modo de viver judaico.Shammai era radical quanto a sua teologia. Dizia que o evangelho era exclusividade dos Judeus, uma abertura missionária aos gentios era impensável. Sua linha de pensamento era o seguinte: Se a mulher deixasse queimar o arroz, o marido deveria deixá-la.
Referência retirada do livro de Stefano Virgulin – APPUNTI SULLA LETTERATURA PAOLINA ( Ad de uso privato deeli studenti – Roma 1988)
Prof. Dell’università di Roma.
Foi com essa visão que Paulo chegou no cristianismo. Pois foi seguidor de Gamaliel.
Depois como percebe-se foi-se adequando.


Pastora Rosangela.

quarta-feira, 25 de julho de 2007

Uzá foi fulminado por Deus?




Era um dia de grande alegria em Israel. "Davi e todo o Israel alegravam-se perante Deus, com todo o seu empenho; em cânticos, com harpas, com alaúdes, com tamboris, com címbalos e com trombetas" (1 Crônicas 13:8). Depois de mais de 40 anos de desprezo, a arca de Deus estava voltando para ficar novamente no meio do povo de Israel (1 Crônicas 13:1-3; 1 Samuel 4:1-11). Mas, no pique da celebração e festim, os bois que puxavam a arca em seu carro novo tropeçaram. Para evitar que a santa arca caísse no chão, Uzá estendeu a mão e a segurou. Com isso, ele morreu, castigado pela ira do Senhor. O dia de alegria tornou-se dia de grande tristeza e luto.
O que aconteceu de errado para que se acendesse a ira do Senhor contra este "bom homem" que simplesmente tentava proteger a santidade da arca de Deus?
Você sabia que a arca da aliança, foi o primeiro capacitor de energia feito por mãos humanas... por isso podia matar eletrocutado...?
Adriano Bizerra, um grande amigo que mora na Rússia, cientista, médico, engenheiro, psiquiatra e evangélico.
Ele diz o seguinte: Existe uma lei física que diz o seguinte: Sempre que houver um material condutor de energia, este gerará uma força perpendicular a sua circunferência de forma diretamente proporcional a corrente elétrica que por aí passa gerando o que chamamos de campo eletromagnético. O inverso é verdadeiro.
Sabemos que uma das forças que existe em nosso mundo é a força eletromagnética onde seus pólos estão quase nos pólos geográficos da terra.
Isto gera uma força chamando energia eletrostática.
Esta vai depender muito das localizações geográficas e climáticas.
Ou seja, a partir desta pode-se conseguir energia elétrica.
Um exemplo desta interação é o que acontece em uma usina hidroelétrica as águas rodam umas pás e estas pás estão circundadas por fios enrolados como uma bobina, gera-se então um campo eletromagnético e este faz com que apareça energia elétrica no fio condutor.
Assim é que se aparece a nossa energia aqui no nordeste do Brasil.
Ao ser construída réplicas da arca foram submetidas a testes em universidades, isto está documentado ela tem a forma de um imenso capacitor de energia eletrostática.
Vai armazenando energia e quando há um contato direto dela com o chão vira um material condutor a transmissão de energia elétrica com a carga igual a de um raio, a arca estava andando pelo deserto, armazenando energia eletrostática em cima de uma carroça de madeira, que é um material isolante, quando ela foi cair, o homem tocou nela e colocou o pé no chão.
O homem conduz energia elétrica então, uma quantidade de energia que estava lá armazenada com uma voltagem semelhante a um raio, o atravessou e dirigiu-se a terra deve ter havido uma explosão como um raio.
Seu coração parou, e deve ter ficado tostado, queimado.
Uma cena impressionante para a época.
A arca funciona como uma imensa bateria, e a origem de sua energia é a eletrostática.
Já ouviu falar de pessoas que levam choque ao sair do carro?
Por isso que não se pode usar telefones celulares em postos de gasolina...
Se cair o fio em um carro, e a pessoa não descer não haverá nada, pois os pneus são isolantes elétricos. Mas se a pessoa descer do carro leva um choque.
Por exemplo, a bateria de um carro, a energia é originada pela energia química que é transformada em energia elétrica.
No caso da Arca da Aliança, a energia eletrostática, era transformada em energia elétrica.
No caso de Uzá, foi à mão de Deus? Ou uma fatalidade? O rapaz estava tão bem intencionado!
Mas o que havia no coração dele? Pra que ele estivesse exatamente ali naquele momento, o que ele estava pensando? Não devemos julgar, os desígnios de Deus a Ele cabe.
Depois falaremos mais sobre isso e outras questões polêmicas como: A travessia do Mar Vermelho. O fogo em Sodoma e Gomorra, as águas do Mar Morto (são as do dilúvio). As muralhas de Jericó. Sobre a formação do homem Adão, os quatro rios do Edem.
Abraço fraterno
Rosangela Colares

quarta-feira, 18 de julho de 2007

Escolha o caminho certo





Não tem como evitar, o bem e o mal sempre andam juntos. A batalha espiritual esta na mente.
Cabe a cada um de nós escolher que caminho seguir.
Cuidemos para que não haja atalhos.Ele tem o poder de atontear, fazendo com que o retorno para a estrada principal torne-se mais dificil.
A mulher sabia edifica a sua casa, a inepta a ...

As escolhas são importantes, tua vida depende dela, para trilhar um caminho de paz.
(Rosangela Colares)

sábado, 16 de junho de 2007

Renascer I


Pregação dia: 12/07/06


Definitivamente, a igreja precisa estar mais bem preparada para receber os que estão chegando não podemos ignorar a profundidade de complexidade dos problemas das pessoas. Algumas pessoas são literalmente um quebra cabeça de 1. 500 peças desmontado; outras estão em questões morais e conjugais bem de feridas; outras tem experimentado perdas irreversíveis e traumas fulminantes; outras ainda carregam as influências e as severas conseqüências de um envolvimento profundo com o satanismo e a idolatria; outras apenas migraram de um vício mundano para um “vício gospel” e ainda tentando sobreviver dentro das igrejas inspiradas pela dor latejante de feridas não resolvidas; outras estão realmente mal intencionadas e se infiltram através de manipulações sorrateiras tentando lograr seus próprios interesses; e assim por diante. A variedade de problemas parece não ter fim. Diz Marcos de Souza em seu livro Odre Novo.



Com todo crescimento, a igreja contraiu mais problemas do que poderia digerir. A igreja, como corpo de Cristo que é, esta sofrendo de indigestão. Está intoxicada. Pessoas não saradas acabam sendo pivô de muitas rebeliões crônicas e divisões devastadoras. Divisões e apostasia refletem as ânsias desta indigestão da igreja. Deus te uma resposta: Que possamos abrir o coração para o avivamento do odre novo. Um mover de profundo zelo e santidade avançando contra a religiosidade e podridão do mundo que penetrou na igreja. Quando a pessoa sai do mundo, mais o mundo não sai da pessoa a igreja é contaminada.



Pessoas doentes, além de não crescerem, geram pessoas doentes. Isso tem condenado o processo de crescimento em muitos ministérios. O auto contingente de membros algumas vezes tem sido um atestado de baixa qualidade, ou seja, de como a igreja tem feito pouca diferença apesar do seu tamanho. Muito se fala em relação aos que estão acomodados nos bancos das igrejas, mas na verdade a maioria não está nos bancos – temos toda uma geração que esta na maca. M as podem ser sarados e readquirir saúde espiritual e o potencial de levar a mesma cura a outros.



"PERIGO DAS ORAÇÕES MÁGICAS.
Um dos efeitos colaterais do evangelho da prosperidade material, é que ele prende as pessoas no nível superficial, ou até mesmo ausente de intercessão. O máximo que as pessoas se envolvem é com suas próprias necessidades financeiras e com seus problemas pessoais dessa forma é que alguns deixam de ser abençoados e até mesmo prolongam seu sofrimento. Jô só teve sua situação restaurada quando tirou os olhos si mesmo e intercedeu pelos “amigos” acusadores. Foi através da intercessão que seu cativeiro foi revertido.



Uma vida de oração voltada apenas para as necessidades pessoais pode traumatizar o dom de intercessão da igreja. Esta ênfase de satisfazer caprichos pessoais em detrimento das verdadeiras conquistas do reino tem produzido pessoas ineficientes na batalha espiritual embotado o crescimento qualitativo da igreja".
FONTE: O Avivamento do Odre Novo
No amor de Cristo
Rosangela Colares

segunda-feira, 11 de junho de 2007

O Meu Chamado





Não é a teologia que nos faz pastor, no meu caso, o curso de teologia está me tornando uma teóloga e está me dando várias ferramentas para o exercício do ministério. Agora o pastorado é um dom que se manifesta muito antes de fazermos teologia e a comunidade é quem testifica isso. Na minha igreja, por exemplo, todos já esperavam que eu fizesse o seminário. Eu não era pastora, mas, a comunidade via em mim, uma pastora "em potencial", isto é, acreditavam que eu daria uma boa contribuição como pastora. È necessário acreditar no chamado, ter convicção do mesmo, pois é uma escalada muito árdua, não é pra qualquer um, quando somos chamados ainda assim precisamos fazer prova desse chamado assim como Gideão o fez, assim como Débora que entregou o recado de Deus a Baraque e certa de que realmente foi Deus quem falou com ela foi a frente à grande batalha e venceu em nome de um Deus de poder que quando chama, ordena e se responsabiliza. Cada pessoa tem uma história de vida e uma consciência que deve ser respeitada. É recomendado aquilo que a Bíblia recomenda, e permitido aquilo que a Bíblia não proíbe, ou seja, que não contraria princípios bíblicos. As únicas pessoas que Jesus sempre rejeitou foram os que queriam justificar-se a si mesmas, os religiosos “justos”. (Fariseus) Sejamos exemplo, principalmente nós pastores que somos espelho para muitos, que tenhamos um comportamento digno de despenseiros de Cristo, na Bíblia percebemos que o apostolo Paulo mudou a sua visão em relação à mulher como diaconisa (Febe), apostola (Junia), e muitas outras, pois o mesmo começou a pedir aos demais que recebessem bem, porque ele foi bem recebido e assessorado na sua labuta ministerial pela as mesmas (Evódia e Síntique). E lembro também o chamado (A Samaritana, mais uma apostola) que fez muitos irem ao encontro de Jesus. E hoje reforço a minha convicção do chamado para as mulheres no ministério, porque me é testemunhado por muitos colegas pastores de diferentes denominações que as mulheres tem-se dedicado de maneira extraordinárias como boas e responsáveis ceifeiras do reino de Cristo. Tem sido ordenadas pastoras e tem sido uma grande bênção. Escolhi ser uma pastora não pelos benefícios, ou status que poderia receber de tal vocação, mas pelo desejo de servir ao meu Mestre Jesus com os dons por Ele dados a mim e na área que ele estava me dirigindo. Até o presente momento não recebo salário para cumprir com esse meu chamado, portanto, não pode ser visto como uma desculpa ou profissão para ajudar o marido no sustento familiar. Tenho a minha profissão e sou feliz com que faço em todos os aspectos. Falo de mim, pois me responsabilizo pelos meus atos e sei da responsabilidade, do compromisso que preciso ter com a minha pessoa, pois sou a maior administradora de mim mesma. Tudo o que envolve a minha vida, como: família, igreja, amigos, colegas, vizinhos e etc... enfim o meu sucesso como uma cristã, mãe, esposa, profissional e amiga que sou, depende única e exclusivamente de mim.Um abraço fraterno com um ósculo santo.
Pastora Rosangela

quinta-feira, 31 de maio de 2007

Rosangela Colares

CHEGAREI NO TOPO. O CÉU É O MEU LIMITE.



UMA PERGUNTINHA BÁSICA!
Qual a razão de não se praticar o que ficou recomendado acerca daqueles que aspiram ao episcopado?
Aí vai mais uma "provocação": que quer dizer a palavra kosmion (palavra grega) no contexto de 1Tim 3? Que característica é esse que os pastores devem ter? Será que os pastores que saem vomitando impropérios sãos pastores kosmion?
Estou esperando as manifestações.
Que quer dizer a palavra grega kosmion em 1Tm 3?
Que característica é essa que Paulo desejava nos pastores?

EXPLICANDO A PERGUNTA:
A minha pergunta suscita uma questão interessante (pelo menos para mim). É que a palavra tem mais de 5 significados - diriam os lingüistas, ela é polissêmica!!!
Uma delas, diz respeito à ligação com cosmético, ou gentileza, bondade. Talvez a estilo de um "gentleman", ou alguém que seja "easegoing", "easiness" - isso é pra você que domina a língua desses bárbaros!!!!!
A pergunta é provocativa. É que os "contendores" andam muito bravos.
A pergunta evocava uma coisa que a Bíblia exige dos pastores e alguns não estavam tendo essa característica, ao passo que, ao negar a ordenação feminina, coisa que a Bíblia não é taxativa, negavam a Bíblia por sua assertividade.

Abraços


Rosangela Colares